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Cremesp exige título de especialista para médico ser diretor técnico

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Cremesp exige título de especialista para médico ser diretor técnico
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Conselho faz cumprir Resolução 2007/2013 do CFM

Em abril, médicos de São Paulo receberam comunicado do Cremesp alertando que para ocupar o cargo de diretor técnico, supervisor, coordenador chefe ou responsável médico de serviços assistenciais especializados é obrigatório que o profissional tenha título de especialista registrado naquele Conselho.

Apesar de estar valendo desde 1º de abril para o estado de São Paulo, a exigência não é nova, porque atende a Resolução 2007/2013 do Conselho Federal de Medicina (CFM), editada em 10 de janeiro do ano passado e publicada em 8 de fevereiro seguinte no Diário Oficial da União.

O documento do CFM também determina que o supervisor, coordenador, chefe ou responsável pelos serviços assistenciais especializados somente podem assumir a responsabilidade técnica em até duas unidades de serviços.

Com base nisso, o Cremesp destaca a importância dos médicos regularizarem suas especialidades naquele órgão para evitar “transtornos para as empresas em que os diretores técnicos não possuírem a devida titulação registrada no Conselho”.

No mesmo comunicado enviado aos médicos de São Paulo, o Cremesp alerta que Código de Ética Médica (Capítulo XX, Artigo 115) veda ao médico anunciar títulos científicos que não possa comprovar, e especialidade ou área de atuação para a qual não esteja qualificado e registrado no Conselho Regional de Medicina.

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